segunda-feira, 8 de abril de 2013

Eriston Mateus de Moura Santos, 25 anos, sofreu traumatismo craniano após ser ferido na confusão do tatu-bola em Porto Alegre

BM promove brechó para ajudar soldado ferido na confusão do tatu-bola em Porto Alegre


O Serviço de Assistência Social da Brigada Militar promoveu neste domingo um brechó beneficente no Brique da Redenção, em Porto Alegre, para arrecadar fundos para o soldado que se feriu na confusão do tatu-bola, relativo à Copa de 2014.

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Eriston Mateus de Moura Santos, 25 anos, sofreu traumatismo craniano devido a uma pedrada na cabeça que levou durante o conflito no Largo Glênio Peres, em outubro do ano passado. A isso, se seguiu uma doença neurológica grave que, segundo médicos, não tem relação com o incidente, mas manteve o policial hospitalizado. Apesar de ainda não haver confirmação por exames, a suspeita é de que ele tenha uma rara doença neurológica, a Encefalite Anti-receptores de NMDA.


Natural de Cachoeira do Sul, a família do soldado relatou grandes gastos com deslocamentos, hospedagem e medicamentos durante o período em que esteve hospitalizado. No último sábado, o policial recebeu nova alta após duas semanas internado no Hospital Ernesto Dornelles.

— Para mim, tem sido um bênção porque não temos dinheiro para realizar todos os tratamentos. Toda vez que vamos a Porto Alegre muda o medicamento e os gastos são grandes — relatou a mãe do policial militar, Belquir de Moura Santos, 48 anos.

Segundo os familiares, o soldado sente dor em todo o corpo, não voltou a falar e se alimenta apenas por sonda. Na última internação, para realizar exames, teve infecção hospitalar e pneumonia.

Integrante do departamento de Saúde da BM, a tenente Dionês Gabana de Souza explica que os medicamentos primários já foram fornecidos pela instituição. O brechó, segundo ela, visa cobrir os gastos da família do policial enquanto novos procedimentos não são autorizados pela Justiça.

Apesar de não frequentar o Parque Farroupilha, a aposentada Neusa Capella Ferreira, 63 anos, explica que foi ao Brique da Redenção com o objetivo de participar do brechó — não comprou nenhuma das roupas e dos calçados expostos, mas deixou a sua contribuição em dinheiro. Outros dois eventos que arrecadaram cerca de R$ 2 mil também foram realizados em Cachoeira do Sul.

— Eu acho que a pessoa que atirou a pedra tinha que ser identificada e responsabilizada, chamada para contribuir com as despesas. Porque não é justo, a pessoa está trabalhando, é atingida e as pessoas precisam se mobilizar para que ela tenha um tratamento adequado — criticou a aposentada.
(zerohora.com.br).

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